Inspeção pré-embarque e CoC: PVoC do Quênia, SONCAP da Nigéria, Iraque
Alguns países, sobretudo na África e no Oriente Médio, só liberam mercadorias regulamentadas se cada embarque tiver um certificado de conformidade (CoC), emitido no país exportador por um organismo de inspeção que o regulador designou ou licenciou. Quênia (KEBS), Nigéria (SON), Tanzânia (TBS), Uganda (UNBS), Costa do Marfim e Iraque (COSQC) mantêm programas desse tipo. Mercadorias que chegam sem CoC sujeitam-se a inspeção no destino, a sobretaxas de até 15% do valor CIF ou à recusa.
Verificado em fontes oficiais: 2026-09
Resumo
O que é um programa de CoC pré-embarque
A inspeção pré-embarque (PSI) começou como o uso de empresas privadas pelos governos para verificar o preço, a quantidade e a qualidade das mercadorias compradas no exterior. Os programas desta nota são programas de conformidade. O órgão de normalização do país importador exige que as mercadorias regulamentadas sejam verificadas antes do embarque, no país exportador, segundo as normas nacionais, por um organismo de inspeção que ele designou ou licenciou. O resultado é um certificado de conformidade (CoC) do embarque, que a alfândega pede no desembaraço.
As regras obrigam o importador, mas a maior parte do trabalho fica com o exportador: o organismo de inspeção analisa os relatórios de ensaio, inspeciona as mercadorias embaladas e emite o CoC. Só precisam de um as mercadorias que constam da lista de produtos regulamentados do regulador, ou que não constam de sua lista de isenções. Alimentos e medicamentos costumam passar por outros órgãos.
Programas, organismos designados e taxas mudam com frequência. Esta nota foi verificada em setembro de 2026. Confirme as regras com o regulador e com o organismo de inspeção designado antes de cada novo produto ou destino.
Termos-chave: RFC, rotas A, B e C, inspeção, IDF e Form M
Quênia, Nigéria e Tanzânia usam as mesmas três rotas. Em todas elas o CoC continua sendo emitido por embarque; o registro e a licença apenas tornam os embarques seguintes mais rápidos.
- RFC (solicitação de certificação; alguns organismos dizem solicitação de certificado): o pedido ao organismo de inspeção, com a fatura proforma, os dados do produto e os relatórios de ensaio ou certificados que houver. No Quênia, embarques marítimos são inspecionados em até 4 dias úteis após uma RFC completa.
- Rota A: cada embarque é ensaiado e inspecionado fisicamente. Serve a exportadores ocasionais. O Quênia usa a Rota A para mercadorias de alto risco, como artigos usados, cereais e óleos de cozinha, e a Nigéria chama o resultado de PC1.
- Rota B: o produto é registrado após a análise de seus relatórios de ensaio, e cada embarque passa então por uma verificação mais leve. O registro dura um ano no Quênia (com pelo menos 2 inspeções de vigilância) e na Nigéria (PC2).
- Rota C: para fabricantes com sistema de gestão da qualidade. A fábrica é auditada e os produtos são licenciados: por até 3 anos no Quênia, por um ano na Nigéria (PC3).
- Inspeção física: o inspetor confere quantidade, marcação, rótulos e embalagem com os documentos e colhe amostras para ensaio. No Quênia, os contêineres da Rota A vindos da China e dos Emirados Árabes Unidos são lacrados pelo organismo de inspeção, e os números do lacre e do contêiner constam do CoC.
- Relatórios de ensaio: resultados conforme a norma do destino, de um laboratório aceito pelo programa, em geral acreditado pela ISO/IEC 17025. Sem relatórios aceitáveis, as amostras são ensaiadas.
- NCR: relatório de não conformidade, emitido no lugar de um CoC quando as mercadorias são reprovadas. O Quênia não permite a entrada de mercadorias com NCR.
- IDF (Quênia): o Import Declaration Form (formulário de declaração de importação) que o importador registra na janela única eletrônica do Quênia. A alfândega precisa dele no desembaraço, com o CoC, a fatura, o packing list e o conhecimento de embarque.
- Form M (Nigéria): a declaração de importação do importador, aberta por meio do banco na janela única de comércio da Nigéria. Para mercadorias regulamentadas pela SON, exige um Product Certificate.
Quênia: PVoC da KEBS
O Kenya Bureau of Standards (KEBS) administra a Verificação de Conformidade Pré-Exportação (PVoC) com base na Standards (Verification of Conformity to Standards and Other Applicable Regulations) Order, Legal Notice 78 of 2020. Ela abrange as importações em geral, exceto os produtos do anexo da Order, como algumas matérias-primas industriais, mercadorias fabricadas na Comunidade da África Oriental, encomendas por courier e medicamentos regulamentados por outros órgãos.
Novos contratos de três anos para mercadorias em geral começaram em 19 de fevereiro de 2026 (manual do PVoC, versão 15). Os parceiros contratados atendem zonas definidas: China, Hong Kong, Taiwan e Mongólia; Índia, Paquistão e Sri Lanka; Japão e Coreia do Sul; Sudeste Asiático; América Latina; Rússia, Ucrânia e Ásia Central; Turquia, Irã, Iraque, Síria e Jordânia; e o Golfo, incluindo os Emirados Árabes Unidos. Mercadorias de países fora dessas zonas, incluindo Europa, América do Norte, África e Oceania, passam, em vez disso, por inspeção no destino, no Quênia.
- Os parceiros citados no manual incluem Bureau Veritas, Cotecna, Intertek, SGS, TÜV Rheinland e CCIC. Nem todos os parceiros atendem todas as zonas, então confira quem cobre o seu país.
- Taxas (manual versão 15): Rota A 0,60%, Rota B 0,55%, Rota C 0,50% do valor FOB, mínimo de USD 300, máximo de USD 3.500, com os ensaios cobrados à parte.
- Mercadorias de países sem parceiro de PVoC: inspeção no destino a 0,6% do valor aduaneiro aprovado, mínimo de USD 300, máximo de USD 3.500.
- Mercadorias que precisavam de CoC mas chegam sem ele: inspeção no destino com taxa de 5% do valor aduaneiro aprovado, e o importador pode ter de entregar à KEBS uma fiança de garantia de outros 5% (parágrafo 9 da Order).
- Mercadorias em desconformidade não podem entrar no Quênia e são reexportadas ou destruídas por conta do importador.
- Veículos usados e suas peças de reposição estão sob um contrato separado com a Quality Inspection Services Inc. Japan (QISJ).
Nigéria: SONCAP, Form M e NAFDAC
A Standards Organisation of Nigeria (SON) administra o SONCAP, programa de certificação no exterior, antes do embarque, para produtos regulamentados. Ele não abrange alimentos, medicamentos, dispositivos médicos, produtos químicos usados como matéria-prima, material militar, contrabando nem produtos usados, exceto veículos. A SON também pode emitir uma licença de importação SONCAP que dispensa de certificação algumas importações regulamentadas; a conformidade delas é então verificada na Nigéria.
São necessários dois certificados. O Product Certificate (PC) é emitido em nome do exportador depois que uma empresa acreditada (IAF) avalia o produto, e o importador precisa dele para abrir o Form M. O PC1 (não registrado, Rota A) vale para um único embarque e, segundo as perguntas frequentes da SON, tem validade de seis meses; o PC2 (registrado, Rota B) e o PC3 (licenciado, Rota C) valem um ano. O SONCAP Certificate (SC) é emitido pela SON ao importador, para uma única remessa, depois que o IAF envia seu certificado de conformidade. A alfândega usa o SC para o Relatório de Avaliação Pré-Chegada (PAAR).
- Os IAFs listados no site da SON incluem Africa Standards and Certifications, China Certification & Inspection Group (CCIC) e Cotecna. As duas páginas da SON listam empresas ligeiramente diferentes, então confirme a lista atual.
- Ordem dos passos: o importador obtém o PC e abre o Form M por meio do banco; o exportador envia ao IAF o Form M, a fatura final, o conhecimento de embarque ou conhecimento aéreo e o packing list; a SON emite o SC; o importador o usa para obter o PAAR e desembaraçar as mercadorias.
- Produtos regulamentados que chegam sem SC podem ser retidos, ensaiados e destruídos por conta do importador (SON).
- NAFDAC: a National Agency for Food and Drug Administration and Control regulamenta alimentos, medicamentos, cosméticos, dispositivos médicos, água embalada, produtos químicos e detergentes, registra-os e inspeciona as importações. Alimentos e medicamentos, que o SONCAP exclui, passam pela NAFDAC; para cosméticos e produtos químicos, pergunte ao importador qual órgão cobre o seu produto.
Tanzânia, Uganda e outros destinos
Os programas se parecem, mas cada regulador define sua própria lista de produtos, seus organismos de inspeção e suas penalidades. Alguns países aplicam um tipo diferente de controle, que os exportadores costumam confundir com um CoC.
- Tanzânia (TBS): o PVoC se aplica aos códigos HS da lista da TBS, revista pela última vez em 29 de março de 2025. Todo embarque de mercadorias listadas precisa de CoC antes da chegada. Mercadorias sem ele passam por inspeção no destino, e o procedimento de inspeção no destino prevê uma penalidade de 15% do valor CIF mais as taxas de inspeção. Mercadorias em desconformidade são reexportadas ou destruídas por conta do importador. A TBS publicou uma nova tabela de penalidades em 2025, então confira o valor atual.
- Uganda (UNBS): mercadorias que chegam sem CoC pagam uma sobretaxa de 15% do valor CIF e passam por inspeção completa no destino. Com um CoC, o inspetor apenas confere se as mercadorias correspondem a ele. As perguntas frequentes da UNBS citam Bureau Veritas, Intertek e SGS para mercadorias em geral; confirme a lista atual.
- Costa do Marfim: no programa de Verificação de Conformidade (VOC), as mercadorias regulamentadas só são liberadas pela alfândega com um CoC. O Decreto 2025-418, de 18 de junho de 2025, renovou por cinco anos as concessões da BIVAC BV (Bureau Veritas), Cotecna, Intertek e SGS. O programa usou um valor FOB mínimo (XOF 1.000.000 na fase piloto); confira o limite e a lista de produtos atuais.
- Iraque (COSQC): produtos regulamentados, por exemplo alimentos, brinquedos, material elétrico, autopeças, pneus, cosméticos, materiais de construção e têxteis, precisam de um CoC por embarque, emitido por empresa de inspeção licenciada pela Central Organization for Standardization and Quality Control. Alguns organismos de inspeção chamam o programa de ICIGI. A COSQC analisa os certificados e colhe amostras das mercadorias na fronteira. A lista de empresas licenciadas mudou várias vezes, então confira-a com a COSQC ou com o importador.
- Argélia: não há agente de PVoC designado. Inspetores do Ministério do Comércio verificam as importações na fronteira (Decreto Executivo 05-467, de 10 de dezembro de 2005) por meio de documentos, conferência visual e, se necessário, ensaios laboratoriais, e depois admitem ou recusam as mercadorias. Empresas de inspeção oferecem um CoC emitido no país exportador como prova de conformidade; pergunte ao importador se ele quer um.
- Egito: não é um programa de CoC. A Informação Antecipada de Carga (ACI) exige que a fatura e os documentos de embarque tragam um número ACID, que o importador obtém no Nafeza, e o exportador precisa se registrar no CargoX. É obrigatória para o frete marítimo desde 1º de outubro de 2021, e a Alfândega do Egito anunciou que será obrigatória para o frete aéreo a partir de 1º de janeiro de 2026.
- Arábia Saudita: a plataforma SABER da SASO, com certificado de produto ou autodeclaração mais um certificado de embarque (SCoC) para cada remessa. Veja a nota da Triplicate sobre o SABER.
Como fazer a fatura, o packing list e os códigos HS baterem com o CoC
O organismo de inspeção compara as mercadorias com seus documentos, e a alfândega compara o CoC com a declaração de importação. No Quênia, o CoC é emitido em até 2 dias úteis após os documentos finais, e o importador ou o exportador deve confirmar o rascunho do CoC em 48 horas. Na Nigéria, o IAF precisa do Form M, da fatura final, do documento de transporte e do packing list antes do SONCAP Certificate. Qualquer diferença entre esses documentos pode reter o embarque.
- Use os mesmos nomes e endereços de exportador, importador e consignatário na RFC, nas faturas, no packing list e no IDF ou Form M do importador.
- Descreva cada item da mesma forma em todos os documentos, com números de modelo ou de artigo, quantidades e unidades que correspondam às caixas e às marcas de embarque.
- Atribua um código HS a cada linha, confira-o com a lista de produtos regulamentados e as isenções do destino e verifique o código e a descrição no rascunho do CoC.
- Mantenha coerentes o valor FOB, a moeda e o Incoterm. As taxas do Quênia são um percentual do valor FOB, e as sobretaxas da Tanzânia e de Uganda, um percentual do valor CIF.
- Embarque apenas o que foi inspecionado. Acrescentar ou trocar mercadorias após a inspeção exige nova verificação.
- O gerador gratuito da Triplicate faz a fatura comercial e o packing list a partir das mesmas linhas, e a busca de código HS ajuda a conferir os códigos.
Passo a passo
- Antes de cotar, pergunte ao comprador se o destino exige CoC para suas mercadorias e consulte a lista de produtos regulamentados ou de isenções do regulador pelo código HS.
- Encontre o organismo de inspeção designado para o seu país e esse destino e peça o formulário de RFC, as taxas e o prazo.
- Escolha a rota: Rota A para embarques ocasionais, registro da Rota B ou licença da Rota C se você embarca os mesmos produtos com frequência.
- Obtenha as referências do importador quando necessário: o IDF no Quênia, o Product Certificate e o Form M na Nigéria, o ACID no Egito.
- Envie a RFC com a fatura proforma, os dados do produto, os rótulos e os relatórios de ensaio de um laboratório acreditado.
- Agende a inspeção física quando as mercadorias estiverem prontas, embaladas e marcadas, e deixe o inspetor colher amostras.
- Envie a fatura comercial final e o packing list, confira o rascunho do CoC linha por linha e confirme-o rapidamente (em até 48 horas no Quênia).
- Carregue somente as mercadorias inspecionadas e, onde houver lacração, peça ao organismo de inspeção que lacre o contêiner e registre o número do lacre.
- Envie ao importador o CoC, a fatura, o packing list e o conhecimento de embarque antes da chegada e guarde cópias no dossiê do embarque.
Documentos normalmente necessários
- Formulário de solicitação de certificação (RFC) do organismo de inspeção designado
- Fatura proforma e, depois, a fatura comercial final
- Packing list com quantidades, números de caixa e marcas de embarque
- Relatórios de ensaio e, para a Rota C, um certificado de sistema de gestão da qualidade
- Rótulos do produto, fotos e fichas técnicas
- Referências do importador: IDF (Quênia), Form M e Product Certificate (Nigéria), ACID (Egito)
- Certificado de conformidade (CoC) e, na Nigéria, o SONCAP Certificate (SC)
- Conhecimento de embarque, conhecimento aéreo ou conhecimento de transporte rodoviário
Problemas comuns e como evitá-los
O que fazer: Pelos contratos iniciados em fevereiro de 2026, essas mercadorias passam por inspeção no destino no Quênia (0,6% do valor aduaneiro, de USD 300 a 3.500). Envie ao importador seus relatórios de ensaio e os dados do produto antes da chegada.
O que fazer: Espere inspeção no destino mais uma sobretaxa: 5% do valor aduaneiro no Quênia, 15% do valor CIF na Tanzânia e em Uganda. Agende a inspeção cedo para que o CoC esteja pronto antes do carregamento.
O que fazer: Corrija o rascunho do CoC antes de sua emissão ou reemita a fatura para que corresponda às mercadorias inspecionadas. Não acrescente itens após a inspeção.
O que fazer: Para mercadorias regulamentadas pela SON, o importador precisa antes do Product Certificate. Inicie o PC1, ou o PC2 ou PC3 para produtos recorrentes, antes do trâmite bancário do comprador.
O que fazer: Corrija a causa, como rótulos, marcação ou um ensaio reprovado, e peça nova inspeção ou novo ensaio. O Quênia não permite a entrada de mercadorias com NCR.
O que fazer: O SONCAP exclui alimentos, medicamentos e dispositivos médicos, que a NAFDAC regulamenta. Pergunte ao importador qual órgão cobre o seu produto e se ele está registrado.
Fontes
- PVoC Program Operations Manual, Version 15 (19 February 2026) Kenya Bureau of Standards (KEBS)
- The Standards (Verification of Conformity to Standards and Other Applicable Regulations) Order, Legal Notice 78 of 2020 Kenya Law, National Council for Law Reporting
- SONCAP Standards Organisation of Nigeria (SON)
- SONCAP FAQ Standards Organisation of Nigeria (SON)
- Import & Export Guidelines (Form M, SONCAP Certificate and PAAR) Nigerian Ports Authority
- Imports and Export Control (PVoC and destination inspection) Tanzania Bureau of Standards (TBS)
- Destination inspection procedure for general goods Tanzania Trade Portal, Tanzania Bureau of Standards
- Frequently Asked Questions (PVoC and certificate of conformity) Uganda National Bureau of Standards (UNBS)
- Certificate of Conformity (COC) – Verification of Conformity program Guichet Unique du Commerce Extérieur de Côte d'Ivoire (GUCE-CI)
- Le contrôle de la conformité des produits importés (conformity control of imported products) Ministère du Commerce, Algeria
As regras mudam com frequência. Esta nota é orientação prática baseada nas fontes acima, não aconselhamento jurídico. Confirme as exigências atuais com a autoridade competente, seu importador ou um despachante aduaneiro licenciado antes de embarcar.
Notas de comércio
Perguntas frequentes
Quem paga o certificado de conformidade?
As taxas vão para o organismo de inspeção, e o contrato de venda deve dizer se o exportador ou o importador paga. As taxas do PVoC do Quênia são de 0,50% a 0,60% do valor FOB, mínimo de USD 300, máximo de USD 3.500, mais os ensaios. Combine isso antes de cotar.
Preciso de um novo CoC para cada embarque?
Em geral, sim. O registro da Rota B ou a licença da Rota C tornam os embarques seguintes mais rápidos, mas o Quênia continua emitindo um CoC por embarque, e a Nigéria exige um SONCAP Certificate para cada remessa.
O CoC pode ser emitido depois que as mercadorias foram embarcadas?
Esses programas certificam as mercadorias antes do embarque. Se as mercadorias chegam sem CoC, o regulador do destino as inspeciona por conta do importador e pode acrescentar uma sobretaxa ou recusar a entrada.
O SABER e a ACI do Egito são a mesma coisa que o PVoC?
Não. O SABER é a plataforma on-line de conformidade da Arábia Saudita, com certificados de produto e de embarque. A ACI do Egito é a informação antecipada de carga com um número ACID, não uma verificação da conformidade do produto.
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